Setembro Amarelo

No Brasil, todos os dias, 32 pessoas dão fim à própria vida, ou seja, uma morte a cada 45 minutos. Por ano, nosso país registra mais de 13 mil suicídios e são mais de 01 milhão no mundo.
Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais.

Nessa sequência: a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias. Com o objetivo de prevenir e conscientizar sobre esses números, a campanha Setembro Amarelo cresceu e hoje alcança o Brasil inteiro.
Esse ano, o tema da campanha é “Agir salva vidas”. Apesar dos mitos envolvendo o tema, a prevenção ao suicídio avança. Na década de 1980, um estudo nos EUA afirmava que essas mortes poderiam ocorrer por imitação. E esse trabalho reforçou a ideia de que “não podemos falar sobre o assunto”. Mais de 30 anos depois, a Organização Mundial da Saúde vai na direção contrária, dizendo que, sim, precisamos conversar sobre o suicídio.

É muito importante reforçar que é preciso estar disposto a ouvir e, também, ir junto em busca de quem possa ajudar mais adequadamente, como um médico, enfermeiro, psicólogo ou profissional de áreas afins. Na rede pública, a indicação é procurar os Centros de Apoio Psicossocial (CAPS) do Sistema Único de Saúde (SUS). Por lá, é possível marcar uma consulta com um psiquiatra ou psicólogo. O Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962 em São Paulo, faz um apoio emocional e preventivo do suicídio pelo número 188.

Visite o Website https://www.setembroamarelo.com/ para acesso a diversos conteúdo.

 

A Direção